Música, teatro, artes plásticas, em geral, cultura erudita.
É isto que falta àquela que supostamente é a 3ª capital do país.
O teatro no Funchal tende a morrer. Na região é quase extinto, exceptuando claro está alguns “spots” no Funchal que infelizmente nunca mereceram o devido crédito. Um escola de teatro ligada ao conservatório mas com condições logísticas adequadas como seja um bom palco bem equipado, investimento financeiro a sério uma vez que em Portugal isto nunca poderá ser autónomo. As pessoas vão demorar muito até se enraizar uma cultura de assiduidade nos eventos.
A música não está má, sobretudo a tradicional. Já a erudita necessita de muita atenção. Um conservatório a abarrotar e sem espaço, não há uma única sala de concertos preparada para tal.
Note-se que o teatro não serve para nada acusticamente e mesmo assim, o teatro não deveria estar à mercê das câmara. O aluguer é caro, impraticável e nunca compensará. Precisamos de um bom auditório para concertos, acusticamente tratado com especialistas e não com um engenheiro qualquer que julga que a música é só Dó, Ré e Mi.
A abertura de cursos profissionais de artes plásticas por parte do conservatório ou outra escola, que dinamize esta vertente artística e porque não premiar as melhores obras colocando-as em rotundas e outros locais de interesse como miradouros, aliás como já se faz em quase todo o país, de forma que o trabalho seja lançado dando um futuro promissor aos agentes culturais da região.
Facilitar e incentivar financeiramente (porque o músico não sobrevive a ar) os concertos ao ar livre pela cidade. bastam por vezes três ou quarto músicos (bons e sem qualquer tipo de fachada como carros de rally) situados numa esplanada pela cidade e logo teríamos um ambiente ecléctico, vivo, saudável e acabaríamos com uma cidade artificial e forçada.
Creio que isto no geral se resolveria com um bom e dinâmico vereador da cultura e não com pessoas que julgam que para encher os olhos do turista e do munícipe é chamar uma banda filarmónica e pô-los a tocar o dia inteiro dando-lhes uma sandezinha. (com o devido respeito às bandas).
Peço desculpa pela por vezes má escrita, mas creio que queria dizer está explícito.
Embora já não sendo munícipe do Funchal e tendo deslocado para a sua periferia, sempre será minha preocupação o bom funcionamento da capital regional que a bem dizer, serve toda a população da região.
Continuação de bom trabalho e boas propostas, que espero se realizem
Música, teatro, artes plásticas, em geral, cultura erudita.
É isto que falta àquela que supostamente é a 3ª capital do país.
O teatro no Funchal tende a morrer. Na região é quase extinto, exceptuando claro está alguns “spots” no Funchal que infelizmente nunca mereceram o devido crédito. Um escola de teatro ligada ao conservatório mas com condições logísticas adequadas como seja um bom palco bem equipado, investimento financeiro a sério uma vez que em Portugal isto nunca poderá ser autónomo. As pessoas vão demorar muito até se enraizar uma cultura de assiduidade nos eventos.
A música não está má, sobretudo a tradicional. Já a erudita necessita de muita atenção. Um conservatório a abarrotar e sem espaço, não há uma única sala de concertos preparada para tal.
Note-se que o teatro não serve para nada acusticamente e mesmo assim, o teatro não deveria estar à mercê das câmara. O aluguer é caro, impraticável e nunca compensará. Precisamos de um bom auditório para concertos, acusticamente tratado com especialistas e não com um engenheiro qualquer que julga que a música é só Dó, Ré e Mi.
A abertura de cursos profissionais de artes plásticas por parte do conservatório ou outra escola, que dinamize esta vertente artística e porque não premiar as melhores obras colocando-as em rotundas e outros locais de interesse como miradouros, aliás como já se faz em quase todo o país, de forma que o trabalho seja lançado dando um futuro promissor aos agentes culturais da região.
Facilitar e incentivar financeiramente (porque o músico não sobrevive a ar) os concertos ao ar livre pela cidade. bastam por vezes três ou quarto músicos (bons e sem qualquer tipo de fachada como carros de rally) situados numa esplanada pela cidade e logo teríamos um ambiente ecléctico, vivo, saudável e acabaríamos com uma cidade artificial e forçada.
Creio que isto no geral se resolveria com um bom e dinâmico vereador da cultura e não com pessoas que julgam que para encher os olhos do turista e do munícipe é chamar uma banda filarmónica e pô-los a tocar o dia inteiro dando-lhes uma sandezinha. (com o devido respeito às bandas).
Peço desculpa pela por vezes má escrita, mas creio que queria dizer está explícito.
Embora já não sendo munícipe do Funchal e tendo deslocado para a sua periferia, sempre será minha preocupação o bom funcionamento da capital regional que a bem dizer, serve toda a população da região.
Continuação de bom trabalho e boas propostas, que espero se realizem