Reacções: Revitalizar os Miradouros

Miguel Fonseca no Basta Que Sim.

1. A ideia da criação de um Espaço multimédia Cristiano Ronaldo, que dê a conhecer, com imagens virtuais da vida do madeirense mais conhecido a nível mundial, a sua vida é uma excelente ideia.

2. A localização naquele espaço, miradouro do pico dos Barcelos, Santo António, terra do jogador, é oportuna, não só por ser a terra natal do jogador mas pela paisagem soberba que dali se desfruta.

3. A criação de actividades de natureza lúdica, um cibercafé, um espaço que atraísse jovens e turistas, a inclusão de uma réplica do jogador em cera é uma ideia comum em qualquer espaço. Um futuro alargamento a outras figuras de cera da História da Madeira é uma hipótese a considerar.

4. Note-se, que, em Madrid, que não é a terra do ídolo do futebol, digamos o óbvio para as mentes primárias, a inclusão da réplica de Cristiano Ronaldo em figura de cera não provocou qualquer polémica.

5. Então, porquê na Madeira esta polémica? Simples;

a) Uma ideia perversa de Democracia;

b) A má consciência dos serventuários do regime:

    a) Quanto à ideia perversa da Democracia, lembro o que disse Albuquerque sobre uma proposta da CDU, “se fosse uma boa ideia, nós já a tínhamos tido”, ou nos slogans de Manuela, “falar verdade”. Manuela não aceita que, em Democracia, possa haver projectos diferentes, isso é inconcebível, os projectos diferentes, não são isso mesmo, uma proposta diferente de sociedade, são uma mentira. Este é o conceito, perverso, de Democracia do PPD, cá e lá.

    b) Depois há a má consciência dos que são o sustentáculo do sistema laranja, e sobretudo os “amigo de Miguel”, que querem provar que o fazem porque a Oposição não presta. Para aliviar a sua má consciência, os serventuários têm de provar não aos outros mas a si mesmos e à sua consciência que até são pessoas livres e não estão submetidos ao regime, mas não há alternativa, não é? Género, o PPD até é um abusador do poder, um autoritário, um ditador, mas, esta Oposição… Vão à mera e simplória visão das coisas, que nós já não os aturamos!

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