1.ª Prioridade – Emprego
O Funchal, motor económico da Madeira, sente a crise de forma evidente, mas é dentro das paredes dos alojamentos familiares que os problemas reais têm efeitos mais dramáticos.
Ao ver o rendimento mensal reduzir-se, aumenta ainda mais a dificuldade de quem já vivia no limite, mas também coloca no limite muitos cidadãos e famílias que não julgavam possível ter dificuldades em cumprir com os compromissos financeiros já assumidos.
Uma autarquia tem um poder relativamente limitado na promoção do emprego, quando comparado com outros órgãos públicos de nível superior, mas tem um papel importante a desenvolver em duas vertentes:
1.º Não tendo já esgotado a sua capacidade de endividamente pode fazer investimento público reprodutivo neste período de crise para minorar o seu efeito sobre a economia e o emprego.
2.º Uma Câmara Municipal pode não atrapalhar a iniciativa privada sendo:
- Eficiente nos seus procedimentos em vez de ser burocrático, demorado e quezilento.
- Justo ao tratar todos os cidadão de forma igual.
- Prudente ao fiscalizar de forma eficaz e atempada, evitando posteriores embargos, atrasos nas obras e demorados processos judiciais.
- Correcta com todos os cidadãos ao garantir o integral cumprimento da lei, atendendo aos direitos e deveres que os agentes estão sujeitos e pugnando pelos direitos gerais a que têm direito todos os municipes.

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